A professora Iracema está inconsolável. Acabou de ser informada de que foi seleccionada para corrigir provas de Matemática, à semelhança do que aconteceu no ano passado e não gostou.
Lamenta, essencialmente, o critério daqueles que decidem sobre a distribuição de tarefas, em matéria de Provas de Aferição, de cujas decisões resultam a sobrecarga de alguns professores com tarefas múltiplas, enquanto outros colegas, no mesmo contexto, não desempenharam nenhuma. Uns são Aplicadores e Correctores enquanto outros nem uma coisa nem outra. É injusto clama ela. Tem razão acrescento eu. À primeira vista, não consigo entender as razões de quem assim decidiu.
Elias
NB/-Este post foi escrito ao correr da pena, numa espécie de atitude solidária com uma colega que se revelou muito desgostosa por, pela segunda vez consecutiva, lhe ter sido atribuida a função de correctora, sendo certo que, nestes dois anos, terá havido professores que não chegaram a desempenhar função alguma, em matéria de realização das Provas de Aferição.
Pretende, também, alertar para o facto de tais situações, podendo, deverem ser evitadas. Somos todos professores com os mesmo direitos e deveres.
Por outro lado, como é visível, nenhum nome é referido, nem sequer meramente sugerido, no post, porque nunca houve a intenção de dar um recado a quem quer que fosse. No universo dos professores da região de certeza que é possível encontrar outros casos de professores que foram correctores e ou aplicadores nos dois anos, assim como professores que em qualquer dos casos não desempenharam função alguma. Pretender pessoalizar este texto é, além de mais, despropositado e abusivo.