Arquivo de Junho, 2008

Era uma vez 2007/08

Junho 25, 2008

Acabou o ano lectivo de 2007/08. Mais um numa já longa sucessão de anos de uma carreira com alguma expressão, já, desse ponto de vista.

Os alunos foram de férias e os professores ficaram na escola, cuidando dos seus registo de avalição, das matrículas, dos relatórios…

Foi um ano de grande intensidade e de muito trabalho para que os objectivos pudessem ser atingidos. Os de uns eram colocar os alunos a ler e a escrever ainda que rudimentarmente. Os de outros, consolidar e aprofundar as aprendizagens realizadas no ano anterior e, também, recuperar os alunos que começaram a acusar dificuldades. Outros, ainda, intentaram  preparar o melhor possível os alunos para a conclusão do ciclo, procurando assegurar uma transição para o 5.º ano nas melhores condições, sem esquecer o teste das Provas de Aferição.

De permeio, todo um sem número de actividades constantes do Plano anual de Actividades do Agrupamento, desenvolvidas para ajudar à melhoria do grau de prossecução dos mesmo objectivos.

Ainda as AEC que, cumprindo o seu papel, precisam, contudo, de assumir um horário diferente, verdadeiramente extracurricular, que ajude, só por si, a acentuar o carácter complementar e lúdico das mesmas. 

Para o próximo ano, esperam-nos alterações dramáticas. São mudanças, sobretudo, no plano da gestão ao abrigo do Decreto-Lei n.º75/2008 que hã-de ter implicações diversas no ambiente de trabalho, nas escolas, e que podem até redundar em factores de perturbação da actividade lectiva em si mesma. A ver vamos se a transição para o novo modelo se fará com a serenidade necessária.

Entretanto, muito boas férias a todos, professores e alunos. Que se divirtam muito e descansem melhor para poderem iniciar o próximo ano lectivo nas melhores condições.

Elias

Resultados da Aferição

Junho 19, 2008

Saíram. À excepção de um aluno, nesta turma (A) de dezoito, todos ficaram satisfeitos com os resultados publicados. E eu, professor da turma, encontro-me igualmente agradado com  eles. Não tanto porque a turma se tenha excedido, mas mais por não haver discrepâncias a registar. A turma, a meu ver, vale exactamente isto que produziu. Os resultados neste caso, não são enganadores. São, até, muito fidedignos. Cerca de 95% de sucesso para a Matemática e cerca de 90% de sucesso para o Português, são os indicadores objectivos em análise.

No meu entendimento, estes resultados devem, ainda, ser ponderados, com o grau de dificuldade das próprias Provas que, quanto a mim, era inferior. 

Elias