Por mais que diga e por mais que faça, em sinal contrário, alguns alunos meus não conseguem deixar de estar ansiosos e “aflitos” com a Prova de Aferição que vão realizar amanhã, 16/05/08.
Bem lhes disse que a Prova nada decidiria sobre o futuro da sua escolaridade, em termos de transição. Expliquei-lhes, tentando sossegá-los, que a Prova serviria apenas para dela e com ela se recolher informação útil, para o Ministério da Educação, para os professores… mas, nada. Um pequeno grupo de alunos permanece desassossegado
E eu commpreendo, afinal de contas é uma Prova. E numa Prova é suposto provar-se, preferencialmente que se sabe, o que ela interroga. E isso é que os aflige, isto é, que a Prova queira interrogar coisas que eles esqueceram e ou não dominam lá muito bem, porque não foram bem apreendidas e ou devidamente valorizadas, seja por eles seja pelo professor.
Perguntei-me a mim próprio como me sentiria se fosse eu a fazer a Prova amanhã. Verifiquei de imediato, sem hesitar, que estaria nervoso… Então resta-me sorrir para eles da forma mais amigável e paternal que conseguir.
Elias